grupo espirito

Tuesday, August 17, 2004

O AMOR é a melhor Musica na partitura da VIDA

"O amor é a melhor música na partitura da vida. Sem ele você será um eterno desafinado no imenso coral da humanidade"
Roque Schneider
AMOR DE MÃE
Muito se fala a respeito das mães e do poder de seu amor. Um dos casos mais significativos, com certeza, foi o que relatou a doutora Elisabeth Kübler-Ross. No hospital onde trabalhava, encontrou uma senhora portadora de uma doença terrível e que já havia sido internada dez vezes.
Cada vez passava um período no centro de terapia intensiva e todos, médicos e enfermeiras, apostavam que ela iria morrer. Contudo, após as crises, melhorava e voltava para casa.
O pessoal do hospital não entendia como aquela mulher continuava resistindo e não morria.
Então, certo dia, a senhora Schwartz explicou que o seu marido era esquizofrênico e agredia o filho mais moço, então com dezessete anos, cada vez que tinha um dos seus ataques.
Ela temia pela vida do filho, caso ela morresse antes que o menino alcançasse a maioridade. Se morresse, o marido seria o único tutor legal do filho. Ela ficava imaginando o que aconteceria com o rapaz nas mãos de um pai com tal problema.
"É por isso que ainda não posso morrer", concluiu. O que mantinha aquela mulher viva, o que lhe dava forças para lutar contra a morte, toda vez que ela se apresentava, era exatamente o amor ao filho.
Como deixá-lo nessas circunstâncias? Por isso, ela lutava e lutava sempre.
A doutora, observando emocionada o sofrimento físico e moral daquela mulher, resolveu ajudá-la, providenciando um advogado para que aquela mãe, tão preocupada, transferisse a custódia do menino para um parente mais confiável.
Aliviada, a paciente deixou o hospital infinitamente agradecida por poder viver em paz o tempo que ainda lhe restava. Agora, afirmou, quando a morte chegar, estarei tranqüila e poderei partir.
Ela ainda viveu pouco mais de um ano, depois abandonou o corpo físico, em paz, quando o momento chegou.
A história nos faz recordar de todas as heroínas anônimas que se transformam em mães, em nome do amor.
Daquelas que trabalham de sol a sol, catando papel nas ruas, trabalhando em indústrias ou fábricas e retornam para o lar, no início da noite para servir o jantar aos filhos pequenos.
Supervisionar as lições da escola, cantar uma canção enquanto eles adormecem em seus braços.
E as mães de portadores de deficiências física e mental que dedicam horas e horas, todos os dias, exercitando os seus filhos, conforme a orientação dos profissionais, apenas para que eles consigam andar, mover-se um pouco, expressar-se. Mães anônimas, heroínas do amor. Todos nós, que estamos na terra, devemos a nossa existência a uma criatura assim. E quantos de nós temos ainda que agradecer o desenvolvimento intelectual conquistado, o diploma, a carreira profissional de sucesso, a maturidade emocional, fruto de anos de dedicação incomparável.
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Quem desfruta da alegria de ter ao seu lado na terra sua mãe, não se
esqueça de honrar-lhe os dias com as flores da gratidão.
Se os dias da velhice já a alcançaram, encha-lhe os dias de alegria.
Acaricie os seus cabelos nevados com a ternura das suas mãos.
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SEGURANDO UM AO OUTRO

SEGURANDO UM AO OUTRO
A dedicada enfermeira, sobrecarregada com tantos pacientes a atender, viu um jovem entrar no quarto e, inclinando-se sobre o paciente idoso em estado grave, disse-lhe em voz alta: seu filho está aqui.
Com grande esforço, o velho moribundo abriu os olhos e, a seguir, fechou-os outra vez.
O jovem apertou a mão envelhecida do enfermo e sentou-se ao lado da cama.
Por toda a noite, ficou sentado ali, segurando a mão e sussurrando palavras de conforto ao velho homem.
Ao amanhecer, o manto escuro da morte caiu sobre o corpo cansado do enfermo. Ele partiu com uma expressão de paz no rosto sulcado pelo tempo.
Em instantes, a equipe de funcionários do hospital encheu o quarto para desligar as máquinas e remover as agulhas.
A enfermeira aproximou-se do jovem e começou a lhe dizer palavras de conforto, mas ele a interrompeu com uma pergunta: quem era esse homem?
Assustada, a enfermeira respondeu: eu achei que fosse seu pai!
Não. Não era meu pai, falou o jovem.
Eu nunca o havia visto antes.
Então, porque você não falou nada quando o anunciei para ele?
Eu percebi que ele precisava do filho e o filho não estava aqui.
E como ele estava por demais doente para reconhecer que eu não era seu filho, resolvi segurar a sua mão para que se sentisse amparado. Senti que ele precisava de mim.
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Nesses dias em que as pessoas caminham apressadas, sempre com muitos problemas esperando solução, não têm tempo sequer para ouvir o desabafo de um coração aflito, um jovem teve olhos de ver e ouvidos de ouvir o apelo mudo de um pai no leito de dor.
É tão triste viver na solidão...
É tão triste não ter com quem contar num leito de morte...
Se você tem um familiar enfermo, aproxime-se dele e segure firme a sua mão. Ofereça-se para lhe fazer companhia, ainda que por alguns minutos.
Fique em silêncio ao seu lado para ouvir o que os ouvidos do corpo não conseguem captar.
Seja uma presença amiga, sincera, que proporcione segurança.
E se você não tem um familiar enfermo, agradeça a Deus por isso e faça uma visita a alguém que precisa de apoio.
Há tantos enfermos solitários precisando de um gesto qualquer de afeto para sentir que viver ainda vale a pena.
Pense nisso e procure ser a companhia de alguém que precisa de você neste exato momento.
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Madre Teresa de Calcutá costumava dizer que ninguém tem que morrer sozinho.
Do mesmo modo, ninguém deve se afligir sozinho ou chorar sozinho; rir sozinho ou celebrar sozinho.
Nós fomos feitos para viajar de mãos dadas através da jornada da vida.
Há alguém pronto para segurar a sua mão hoje. E há alguém esperando que você segure a dele.
Lição de Vida
Numa época em que um sorvete custava muito menos do que hoje, um menino de 10 anos entrou na lanchonete de um hotel e sentou a uma mesa.

Uma garçonete colocou um copo de água na frente dele.
"Quanto custa um sundae?", ele perguntou. "50 centavos" - respondeu a garçonete.
O menino puxou as moedas do bolso e começou a contá-las. "Bem, quanto custa o sorvete simples?", ele perguntou.
A essa altura, mais pessoas estavam esperando por uma mesa e a garçonete, perdendo a paciência. "35 centavos", respondeu ela, de maneira brusca.
O menino, mais uma vez, contou as moedas e disse: "Eu vou querer, então, o sorvete simples".
A garçonete trouxe o sorvete simples, a conta, colocou na mesa e saiu.
O menino acabou o sorvete, pagou a conta no caixa e saiu.
Quando a garçonete voltou, ela começou a chorar à medida em que ia limpando a mesa, pois ali, do lado do prato, havia 15 centavos em moedas, ou seja, o menino não pediu o sundae porque ele queria que sobrasse a gorjeta da garçonete.
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FÉ RACIOCINADA

A noite em casa, lendo o jornal espirita, minha filha encontrou um artigo muito interessante, onde varias pessoas fazem perguntas, quem escreveu conhecemos pessoalmente de muitos anos, realmente muito culto, advogado, tem uma imensa bagagem. Vale a pena confira, ...
Um pouco mais de estudo é ler logo apos "Santo de Casa não Faz Milagres" numero 70.
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Do Jornal "Folha Espírita" editora FÉ
A IMPORTANCIA DA FÉ RACIOCINADA
Cairbar Rossi Severino
Nascemos em berço espirita, e foi para nós um privilégio ter reencarnado no lar do casal Severino, Pedro e Ida.
Desde que nos demos por gente, íamos ao centro espirita das cidades onde morávamos e fazíamos o Evangelho no lar. Papai lia para nós as obras básicas de Kardec; e nunca me esqueço da sua principal recomendação: - nunca aceitem nada, venha de onde vier, que vocês, passando pelo crivo da razão, não se satisfaçam; ponham a idéia de lado e continuem estudando, para ver se aceitam, ou não, no futuro.
Assim passaram-se os anos, começamos a trabalhar, veio o casamento, com ele os filhos, e só depois de uma certa idade encontrei tempo para voltar a estudar a doutrina espirita.
Como gosto de ler, lia tudo que me caia às mãos, principalmente sobre a doutrina. Li, quase todos os romances da literatura espirita, as obras básicas de Allan Kardec, muitos livros vindos através de Chico Xavier, "0 Novo Testamento", etc. Neste último, li algumas vezes o fenômeno da "Transfiguração", e o intitulado "A Vinda de Elias", constantes em S. Mateus cap. XVII e em S. Marcos cap.; IX, com especial interesse para os versículos 3 e 11 do primeiro, e no segundo, para os números 4 e 12, que dizem praticamente as mesmas coisas: 3 e 4: "E eis que lhes apareceram Moisés e Elias, falando com Ele"; 11 e 12: "Então Jesus respondeu: "De fato Elias virá restaurará todas as coisas".
Ora, esta última afirmativa me deixou pensativo, porque todos nós sabemos, que Elias havia reencarnado como João Batista, e não havia restaurado nada; havia somente sido o "precursor", embora esta palavra tivesse um sentido bem maior àquela época do que atualmente. Desde essa data, não sei se por intuição, ou dedução, passei a acalentar a idéia de que Allan Kardec seria a reencarnação do Elias, e portanto teria sido João Batista também.
Isso, porque uma missão espinhosa, como a do Codificador, que, em menos do 15 anos, sem o auxilio de maquinas modernas , deixou a espinha dorsal da doutrina espirita, para isso, trabalhando 20 horas por dia, só poderia ser confiada por Jesus a um espírito de alta hierarquia.
No meu modo do ver, teria de ser um dos dois espíritos que estiveram com Ele no Monte Tabor, pela confiança que Jesus neles depositava, e, por dedução da promessa do Mestre, cheguei a Elias.
Pois não é verdade que o Consolador, Kardec restaurou todas as coisas?
Mas, como não encontrava respaldo, em nenhuma obra, parei essa teoria, comuniquei-a somente a pouquíssimas pessoas, no meio espírita, para não passar por ridículo ou fanático.
Também por dedução que chegamos a conclusão de que Francisco Cândido Xavier era a reencarnação de Allan Kardec, principalmente por dois motivos:
1) Quando perguntado, por Fernando Worm, sobre se a promessa do Allan Kardec de voltar ou não no fim do século XIX ou no início do XX não se cumpriu, Chico, meio que desconversa e acrescenta ao final: "...Respeito as indagações que fazem nesse sentido, mas, de mim mesmo, admito que em se tratando de Allan Kardec reencarnado, a obra que ele esteja efetuando, ou que virá a realizar, falará com eloqüência com relação a presença dele, seja como for ou em qualquer lugar!".
Quem, nos últimos 100 anos, representou e ampliou o conhecimento espírita, melhor do que Francisco Cândido Xavier?
2) Quando Marlene Nobre, minha irmã, me informou que havia ouvido do Chico, em Ubereba, que, se João Batista houvesse sido menos intransigente com Herodes e sua família, ele não teria sido decapitado, fiquei pasmo. Em tudo que eu li de entrevistas, e ouvi pessoalmente, quando lá estive, Chico sempre teve por todas as figuras do Evangelho um profundo respeito, raiando mesmo à veneração.
Porque então a exceção? ... pensei com meus botões - "0 danado está falando de si mesmo!"
É evidente que Chico, com sua grande humildade, nunca iria declarar isso, assim como Kardec nunca diria ter sido Elias ou João Batista. Só ficamos sabendo que ele havia sido Platão, porque o espírito Zéfiro lhe disse conforme suas próprias anotações (consultar acervo do Dr. Canuto do Abreu).
Bem, as coisas estavam nesse ponto quando, relendo a Gênese de Kardec, encontramos a confirmação, que para nós incontestável, dessa teoria.
Ela está no cap. XVII (Predições do Evangelho). item 37 (Anunciação do Consolador), quando quase ao final declara:
",..Sob o nome de Consolador e de Espírito de Verdade, Jesus anunciou a vinda daquele que havia de ensinar todas as coisas e de lembrar a que dissera..."
Logo, não estava completo o Seu ensino. E, a demais, prevê não só que ficaria esquecido, como também que seria desvirtuado o que por Ele fora dito, visto que o Espírito de Verdade viria tudo lembrar e, de combinação com Elias, restabelecer todas as coisas, isto é, pô-las de acordo com o verdadeiro pensamento do Seus ensinos.',
Portanto, fica claro para nós que Francisco Cândido Xavier foi Allan Kardec, João Batista, Elias e Platão. Certamente terá tido outras encarnações, porque um espirito desta estirpe não fica parado nunca.
Não pretendo, nem este jornal, trazer esse assunto à baila, por mero sensacionalismo, inoportuno em todas as épocas, mas, simplesmente, pelo fato de lembrar a todos, e a nós mesmos, o preito de gratidão que devemos ter por esse espírito notável, que trabalha a tantos séculos pelo nosso progresso moral e intelectual.
Aqueles que tiverem dificuldades desse entendimento, recomendamos a leitura do item 1, do mesmo cap. XVII do Gênese, intitulado "Ninguém é profeta em sua terra!".

O verdadeiro amor

SABEDORIA INDÍGENA
Conta uma velha lenda dos índios Sioux, que uma vez, Touro Bravo, o mais valente e honrado de todos os jovens guerreiros, e Nuvem Azul, a filha do cacique, uma das mais formosas mulheres da tribo, chegaram de mãos dadas, até a tenda do velho feiticeiro da tribo.
-Nós nos amamos...
e vamos nos casar, disse o jovem.
E nos amamos tanto que queremos um feitiço, um conselho, ou um talismã...
alguma coisa que nos garanta que poderemos ficar sempre juntos...
que nos assegure que estaremos um ao lado do outro até encontrarmos a morte.
Há algo que possamos fazer ?
E o velho emocionado ao vê-los tão jovens, tão apaixonados e tão ansiosos por uma palavra, disse :
- Tem uma coisa a ser feita, mas é uma tarefa muito difícil e sacrificada...
Tu, Nuvem Azul, deves escalar o monte ao norte dessa aldeia, e apenas com uma rede e tuas mãos, deves caçar o falcão mais vigoroso do monte.. .e trazê-lo aqui com vida, até o terceiro dia
depois da lua cheia.
E tu, Touro Bravo, continuou o feiticeiro, deves escalar a montanha do trono, e lá em cima, encontrarás a mais brava de todas as águias, e somente com as tuas mãos e uma rede, deverás apanhá-la trazendo-a para mim, viva !
Os jovens abraçaram-se com ternura, e logo partiram para cumprir a missão recomendada...
No dia estabelecido, à frente da tenda do feiticeiro, os dois esperavam com as aves dentro de um saco.
O velho pediu, que com cuidado as tirassem dos sacos.
.. e viu que eram verdadeiramente formosos exemplares...
-E agora o que faremos?
perguntou o jovem, as matamos e depois bebemos a honra de seu sangue ?
-Ou cozinhamos e depois comemos o valor da sua carne?
propôs a jovem.
-Não ! disse o feiticeiro, apanhem as aves, e amarrem-nas entre si pelas patas com essas fitas de couro...
quando as tiverem amarradas, soltem-na, para que voem livres ...
O guerreiro e a jovem fizeram o que lhes foi ordenado, e soltaram os pássaros..
. A águia e o falcão, tentaram voar mas apenas conseguiram saltar pelo terreno.
Minutos depois, irritadas pela incapacidade do vôo, as aves arremessavam-se entre si, bicando-se até se machucar.
E o velho disse :
-Jamais esqueçam o que estão vendo, este é o meu conselho . Vocês são como a águia e o falcão... se estiverem amarrados um ao outro, ainda que por amor, não só viverão arrastando-se, como também, cedo ou tarde, começarão a machucar-se um ao outro...
se quiserem que o amor entre vocês perdure..
"VOEM JUNTOS.... JAMAIS AMARRADOS."
( O amor verdadeiro é a Liberdade Total e Absoluta que um dá para o outro, na certeza que irão se encontrar em seu ninho, isto é o AMOR, isto é EVOLUÇÃO DO SER ...)
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O verdadeiro amor é a Liberdade Total e Absoluta que um dá para o outro, na certeza que irão se encontrar no ninho todas as noites, isto é o AMOR, isto é EVOLUÇÃO DO SER ... Confiança Total... Viver com os ensinamentos de JESUS. Vale lembrar Confucio novamente na pergunta: Como faço para achar pessoas honestas? resposta Dele: Basta ser honesto consigo mesmo...
O importante é fazer sua parte e lembrar sempre "Uma folha não cai de uma arvore sem a permissão de DEUS"

O espaço e o tempo

Uma coisa que sempre tive dúvidas, porque converso com espiritos e sinto que o tempo e o espaço para ele é diferente, será outra dimensão, se for como é o "modem" que une as duas dimensões... e tantas outras perguntas, mas espaço e tempo dá para se fazer um estudo muito bom aqui, e o "modem" segundo informações de estudos é a glandula pineal (epifese) que se encarrega deste evento, realmente é facinante.
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O espaço e o tempo
(do livro Gênese de Allan Kardec)
1. - Já muitas definições de espaço foram dadas, sendo a principal esta: o espaço é a extensão que separa dois corpos, na qual certos sofistas deduziram que onde não haja corpos não haverá espaço. Nisto foi que se basearam alguns doutores em teologia para estabelecer que o espaço é necessariamente finito, alegando que certo número de corpos finitos não poderiam formar uma série infinita e que, onde acabassem os corpos, igualmente o espaço acabaria.
Também definiram o espaço como sendo o lugar onde se movem os mundos, o vazio onde a matéria atua, etc. Deixemos todas essas definições, que nada definem, nos tratados onde repousam.
(1) - Este capítulo é textualmente extraído de uma série de comunicações ditadas à Sociedade Espírita de Paris, em 1862 e 1863, sob o título - Estudos uranográficos e assinadas GALILEU. Médium: C. F. Nota do Tradutor: Estas são as iniciais do nome de Camilo Flammarion.
Espaço é uma dessas palavras que exprimem uma idéia primitiva e axiomática, de si mesma evidente, e a cujo respeito as diversas definições que se possam dar nada mais fazem do que obscurecê-la. Todos sabemos o que é o espaço e eu apenas quero firmar que ele é infinito, a fim de que os nossos estudos ulteriores não encontrem uma barreira opondo-se às investigações do nosso olhar.
Ora, digo que o espaço é infinito, pela razão de ser impossível imaginarse-lhe um limite qualquer. e porque, apesar da dificuldade com que topamos para conceber o infinito, mais fácil nos é avançar eternamente pelo espaço, em pensamento, do que parar num ponto qualquer, depois do qual não mais encontrássemos extensão a percorrer.
Para figurarmos, quanto no-lo permitam as nossas limitadas faculdades, a infinidade do espaço, suponhamos que, partindo da Terra, perdida no meio do infinito, para um ponto qualquer do Universo, com a velocidade prodigiosa da centelha elétrica, que percorre milhares de léguas por segundo, e que, havendo percorrido milhões de léguas mal tenhamos deixado este globo, nos achamos num lugar donde apenas o divisamos sob o aspecto de pálida estrela. Passado um instante, seguindo sempre a mesma direção, chegamos a essas estrelas longínquas que mal percebeis da vossa estação terrestre. Daí, não só a Terra nos desaparece inteiramente do olhar nas profundezas do céu, como também o próprio Sol, com todo o seu esplendor, se há eclipsado pela extensão que dele nos separa. Animados sempre da mesma velocidade do relâmpago, a cada passo que avançamos na extensão, transpomos sistemas de mundos, ilhas de luz etérea, estradas estelíferas, paragens suntuosas onde Deus semeou mundos na mesma profusão com que semeou as plantas nas pradarias terrenas.
Ora, há apenas poucos minutos que caminhamos e já centenas de milhões de milhões de léguas nos separam da Terra, bilhões de mundos nos passaram sob as vistas e, entretanto, escutai! em realidade, não avançamos um só passo que seja no Universo.
Se continuarmos durante anos, séculos, milhares de séculos, milhões de períodos cem vezes seculares e sempre com a mesma velocidade do relâmpago, nem um passo igualmente teremos avançado, qualquer que seja o lado para onde nos dirijamos e qualquer que seja o ponto para onde nos encaminhemos, a partir desse grãozinho invisível donde saímos e a que chamamos Terra.
Eis aí o que é o espaço!
2. - Como a palavra espaço, tempo é também um termo já por si mesmo definido. Dele se faz idéia mais exata, relacionando-o com o todo infinito.
O tempo é a sucessão das coisas. Está ligado à eternidade, do mesmo modo que as coisas estão ligadas ao infinito. Suponhamo-nos na origem do nosso mundo, na época primitiva em que a Terra ainda não se movia sob a divina impulsão; numa palavra: no começo da Gênese. O tempo então ainda não saíra do misterioso berço da Natureza e ninguém pode dizer em que época de séculos nos achamos, porquanto o balancim dos séculos ainda não foi posto em movimento.
Mas, silêncio! soa na sineta eterna a primeira hora de uma Terra insulada, o planeta se move no espaço e desde então há tarde e manhã. Para lá da Terra, a eternidade permanece impassível e imóvel, embora o tempo marche com relação a muitos outros mundos. Para a Terra, o tempo a substitui e durante uma determinada série de gerações contar-se-ão os anos e os séculos.
Transportemo-nos agora ao último dia desse mundo, à hora em que, curvado sob o peso da vetustez, ele se apagará do livro da vida para aí não mais reaparecer. Interrompe-se então a sucessão dos eventos; cessam os movimentos terrestres que mediam o tempo e o tempo acaba com eles.
Esta simples exposição das coisas que dão nascimento ao tempo, que o alimentam e deixam que ele se extinga, basta para mostrar que, visto do ponto em que houvemos de colocar-nos para os nossos estudos, o tempo é uma gota dágua que cai da nuvem no mar e cuja queda é medida.
Tantos mundos na vasta amplidão, quantos tempos diversos e incompatíveis. Fora dos mundos, somente a eternidade substitui essas efêmeras sucessões e enche tranqüilamente da sua luz imóvel a imensidade dos céus. Imensidade sem limites e eternidade sem limites, tais as duas grandes propriedades da natureza universal.
O olhar do observador, que atravessa, sem jamais encontrar o que o detenha, as incomensuráveis distâncias do espaço, e o do geólogo, que remonta além dos limites das idades, ou que desce às profundezas da eternidade de fauces escancaradas, onde ambos um dia se perderão, atuam em concordância, cada um na sua direção, para adquirir esta dupla noção do infinito: extensão e duração.
Dentro desta ordem de idéias, fácil nos será conceber que, sendo o tempo apenas a relação das coisas transitórias e dependendo unicamente das coisas que se medem, se tomássemos os séculos terrestres por unidade e os empilhássemos aos milheiros, para formar um número colossal, esse número nunca representaria mais que um ponto na eternidade, do mesmo modo que milhares de léguas adicionadas a milhares de léguas não dão mais que um ponto na extensão.
Assim, por exemplo, estando os séculos fora da vida etérea da alma, poderíamos escrever um número tão longo quanto o equador terrestre e supornos envelhecidos desse número de séculos, sem que na realidade nossa alma conte um dia a mais. E juntando, a esse número indefinível de séculos, uma série de números semelhantes, longa como daqui ao Sol, ou ainda mais consideráveis, se imaginássemos viver durante uma sucessão prodigiosa de períodos seculares representados pela adição de tais números, quando chegássemos ao termo, o inconcebível amontoado de séculos que nos passaria sobre a cabeça seria como se não existisse: diante de nós estaria sempre toda a eternidade.
O tempo é apenas uma medida relativa da sucessão das coisas transitórias; a eternidade não é suscetível de medida alguma, do ponto de vista da duração; para ela, não há começo, nem fim: tudo lhe é presente.
Se séculos de séculos são menos que um segundo, relativamente à eternidade, que vem a ser a duração da vida humana?! A matéria
3. - À primeira vista, não há o que pareça tão profundamente variado, nem tão essencialmente distinto, como as diversas substâncias que compõem o mundo. Entre os objetos que a Arte ou a Natureza nos fazem passar diariamente ante o olhar, haverá duas que revelem perfeita identidade, ou, sequer, paridade de composição? Quanta dessemelhança, sob os aspectos da solidez, da compressibilidade, do peso e das múltiplas propriedades dos corpos, entre os gases atmosféricos e um filete de ouro, entre a molécula aquosa da nuvem e a do mineral que forma a carcaça óssea do globo! que diversidade entre o tecido químico das variadas plantas que adornam o reino vegetal e o dos representantes não menos numerosos da animalidade na Terra!
Entretanto, podemos estabelecer como princípio absoluto que todas as substâncias, conhecidas e desconhecidas, por mais dessemelhantes que pareçam, quer do ponto de vista da constituição íntima, quer pelo prisma de suas ações recíprocas, são, de fato, apenas modos diversos sob que a matéria se apresenta; variedades em que ela se transforma sob a direção das forças inumeráveis que a governam.
4. - A Química, cujos progressos foram tão rápidos depois da minha época, em a qual seus próprios adeptos ainda a relegavam para o domínio secreto da magia; ciência que se pode considerar, com justiça, filha do século da observação e baseada unicamente, de maneira bem mais sólida do que suas irmãs mais velhas, no método experimental; a Química, digo, fez tábua rasa dos quatro elementos primitivos que os antigos concordaram em reconhecer na Natureza; mostrou que o elemento terrestre mais não é do que a combinação de diversas substâncias variadas ao infinito; que o ar e a água são igualmente decomponíveis e produtos de certo número de equivalentes de gás; que o fogo, longe de ser também um elemento principal, é apenas um estado da matéria, resultante do movimento universal a que esta se acha submetida e de uma combustão sensível ou latente.
Em compensação, fez surgir considerável número de princípios, até então desconhecidos, que lhe pareceram formar, por determinadas combinações, as diversas substâncias, os diversos corpos que ela estudou e que atuam simultaneamente, segundo certas leis e em certas proporções, nos trabalhos que se realizam dentro do grande laboratório da Natureza. Deu a esses princípios o nome de corpos simples, indicando de tal modo que os considera primitivos e indecomponíveis e que nenhuma operação, até hoje, pode reduzi-los a frações relativamente mais simples do que eles próprios. (1)
Os principais corpos simples são: entre os não-metálicos, o oxigênio, o hidrogênio, o azoto, o cloro, o carbono, o fósforo, o enxofre, o iodo; entre os metálicos, o ouro, a prata, a platina, o mercúrio, o chumbo, o estanho, o zinco, o ferro, o cobre, o arsênico, o sódio, o potássio, o cálcio, o alumínio, etc. (Vide nota especial à pág. 138.)
5. - Mas, onde param as apreciações do homem, mesmo ajudadas pelos mais impressionantes sentidos artificiais, prossegue a obra da Natureza; onde o vulgo toma a aparência como realidade, onde o prático levanta o véu e percebe o começo das coisas, o olhar daquele que pode apreender o modo de agir da Natureza apenas vê, nos materiais constitutivos do mundo, a matéria cósmica primitiva, simples e una, diversificada em certas regiões na época do aparecimento destas, repartida em corpos solidários entre si, enquanto têm vida, e que um dia se desmembram, por efeitos da decomposição no receptáculo da extensão.
6. - Há questões que nós mesmos, Espíritos amantes da Ciência, não podemos aprofundar e sobre as quais não poderemos emitir senão opiniões pessoais, mais ou menos hipotéticas. Sobre essas questões, calar-me-ei, ou justificarei a minha maneira de ver. A com que nos ocupamos, porém, não pertence a esse numero. Àqueles, portanto, que fossem tentados a enxergar nas minhas palavras unicamente uma teoria ousada, direi: abarcai, se for possível, com olhar investigador, a multiplicidade das operações da Natureza e reconhecereis que, se se não admitir a unidade da matéria, impossível será explicar, já não direi somente os sóis e as esferas, mas, sem ir tão longe, a germinação de uma semente na terra, ou a produção dum inseto.
7. - Se se observa tão grande diversidade na matéria, é porque, sendo em número ilimitado as forças que hão presidido às suas transformações e as condições em que estas se produziram, também as várias combinações da matéria não podiam deixar de ser ilimitadas.
Logo, quer a substância que se considere pertença aos fluidos propriamente ditos, isto é, aos corpos imponderáveis, quer revista os caracteres e as propriedades ordinárias da matéria, não há, em todo o Universo, senão uma única substância primitiva; o cosmo, ou matéria cósmica dos uranógrafos.
8. - Se um desses seres desconhecidos que consomem a sua efêmera existência no fundo das tenebrosas regiões do oceano; se um desses poligástricos, uma dessas nereidas - miseráveis animálculos que da Natureza mais não conhecem do que os peixes ictiófagos e as florestas submarinas recebesse de repente o dom da inteligência, a faculdade de estudar o seu mundo e de basear suas apreciações num raciocínio conjetural extensivo à universalidade das coisas, que idéia faria da natureza viva que se desenvolve no meio por ele habitado e do mundo terrestre que escapa ao campo de suas observações?
Se, agora, por maravilhoso efeito do poder da sua nova faculdade, esse mesmo ser chegasse a elevar-se, acima das suas trevas eternas, a galgar a superfície do mar, não distante das margens opulentas de uma ilha de esplêndida vegetação, banhada pelo Sol fecundante, dispensador de calor benéfico, que juízo faria ele das suas antecipadas teorias sobre a criação universal? Não as baniria, de pronto, substituindo-as por uma apreciação mais ampla, relativamente tão incompleta quanto a primeira? Tal, ó homens, a imagem da vossa ciência toda especulativa. (1)
(1) Tal também a situação dos negadores do mundo dos Espíritos, quando, após se haverem despojado do envoltório carnal, contemplam, desdobrados às suas vistas, os horizontes desse mundo. Compreendem, então, quão ocas eram as teorias com que pretendiam tudo explicar por meio exclusivamente da matéria. Contudo, esses horizontes ainda lhes ocultam mistérios que só posteriormente se lhes desvendam, à medida que, depurando-se, eles se elevam. Desde, porém, os seus primeiros momentos no outro mundo, vêem-se forçados a reconhecer a própria cegueira e quão longe estavam da verdade.
9. - Vindo, pois, tratar aqui da questão das leis e das forças que regem o Universo, eu, que apenas sou, como vós, um ser relativamente ignorante, em face da ciência real, mau grado a aparente superioridade que, com relação aos meus irmãos da Terra, me advém da possibilidade de estudar problemas naturais que lhes são interditos na posição em que eles se encontram como terrícolas, trago por único objetivo dar-vos uma noção geral das leis universais, sem explicar pormenorizadamente o modo de ação e a natureza das forças especiais que lhes são dependentes.
10. - Há um fluido etéreo que enche o espaço e penetra os corpos. Esse fluido é o éter ou matéria cósmica primitiva, geradora do mundo e dos seres.
São-lhe inerentes as forças que presidiram às metamorfoses da matéria, as leis imutáveis e necessárias que regem o mundo. Essas múltiplas forças, indefinidamente variadas segundo as combinações da matéria, localizadas segundo as massas, diversificadas em seus modos de ação, segundo as circunstâncias e os meios, são conhecidas na Terra sob os nomes de gravidade, coesão, afinidade, atração, magnetismo, eletricidade ativa. Os movimentos vibratórios do agente são conhecidos sob os nomes de som, calor, luz, etc. Em outros mundos, elas se apresentam sob outros aspectos, revelam outros caracteres desconhecidos na Terra e, na imensa amplidão dos céus, forças em número indefinito se têm desenvolvido numa escala inimaginável, cuja grandeza tão incapazes somos de avaliar, como o é o crustáceo, no fundo do oceano, para apreender a universalidade dos fenômenos terrestres. (1)
Tudo reportamos ao que conhecemos e do que escapa à percepção dos nossos sentidos não compreendemos mais do que compreende o cego de nascença acerca dos efeitos da luz e da utilidade dos olhos. Possível é, pois, que noutros meios, o fluido cósmico possua propriedades, seja suscetível de combinações de que não fazemos nenhuma idéia, produza efeitos apropriados a necessidades que desconhecemos, dando lugar a percepções novas ou a outros modos de percepção. Não compreendemos, por exemplo, que se possa ver sem os olhos do corpo e sem a luz. Quem nos diz, porém, que não existam outros agentes, abra a luz, aos quais são adequados organismos especiais? A vista sonambúlica, que nem a distância, nem os obstáculos materiais, nem a obscuridade detém, nos oferece um exemplo disso. Suponhamos que, num mundo qualquer, os seres sejam normalmente o que só excepcionalmente o são os nossos sonâmbulos; eles, sem precisarem da nossa luz, nem dos nossos olhos, verão o que não podemos ver. O mesmo se dá com todas as outras sensações. As condições de vitalidade e de perceptibilidade, as sensações e as necessidades variam de conformidade com os meios.
Ora, assim como só há uma substância simples, primitiva, geradora de todos os corpos, mas diversificada em suas combinações, também todas essas forças dependem de uma lei universal diversificada em seus efeitos e que, pelos desígnios eternos, foi soberanamente imposta à criação, para lhe imprimir harmonia e estabilidade.
11. - A Natureza jamais se encontra em oposição a si mesma: Uma só é a divisa do brasão do Universo: unidade-variedade. Remontando à escala dos mundos, encontra-se a unidade de harmonia e de criação, ao mesmo tempo que uma variedade infinita no imenso jardim de estrelas. Percorrendo os degraus da vida, desde o último dos seres até Deus, patenteia-se a grande lei de continuidade. Considerando as forças em si mesmas, pode-se formar com elas uma série, cuja resultante, confundindo-se com a geratriz, é a lei universal. Não podeis apreciar esta lei em toda a sua extensa o, por serem restritas e limitadas as forças que a representam no campo das vossas observações. Entretanto, a gravitação e a eletricidade podem ser consideradas como uma larga aplicação da lei primordial, que impera para lá dos céus. Todas essas forças são eternas - explicaremos este termo - e universais, como a criação. Sendo inerentes ao fluído cósmico, elas atuam necessariamente em tudo e em toda parte, modificando suas ações pela simultaneidade ou pela sucessividade, predominando aqui, apagando-se ali, pujantes e ativas em certos pontos, latentes ou ocultas noutros, mas, afinal, preparando, dirigindo, conservando e destruindo os mundos em seus diversos períodos de vida, governando os maravilhosos trabalhos da Natureza, onde quer que eles se executem, assegurando para sempre o eterno esplendor da criação.

"Santo de Casa não faz milagre"

"Ninguém é profeta em vida "
"Santo de Casa não faz milagre", frase popular que Kardec fez uma análise muito bem feita.
Acredito que todos nós já passamos por situações similares, ou no serviço, no lar com os filhos ou parentes, com os amigos, e talvez nunca tenhamos parado para analisar o ocorrido, vamos faze-lo agora, experimente ler com calma cada parágrafo, acredito que rapidamente Você localizará em seu passado algumas situações onde o estudo se encaixa perfeitamente, que tal !
do Livro A GÊNESE - OS MILAGRES E AS PREDIÇÕES SEGUNDO O ESPIRITISMO
de Allan Kardec
CAPÍTULO XVII
PREDIÇÕES DO EVANGELHO
"Ninguém é profeta em sua terra"
1. - Tendo vindo à sua terra natal, instruía-os nas sinagogas, de sorte que, tomados de espanto, diziam: Donde lhe vieram essa sabedoria e esses milagres? - Não é o filho daquele carpinteiro? Não se chama Maria, sua mãe, e seus irmãos Tiago, José, Simão e Judas? Suas irmãs não se acham todas entre nós? Donde então lhe vêm todas essas coisas? - E assim faziam dele objeto de escândalo. Mas, Jesus lhes disse: Um profeta só não é honrado em sua terra e na sua casa. - E não fez lá muitos milagres devido à incredulidade deles. (S. Mateus, cap. XIII, vv. 54-58.)
2. - Enunciou Jesus dessa forma uma verdade que se tornou provérbio, que é de todos os tempos e à qual se poderia dar maior amplitude, dizendo que ninguém é profeta em vida.
Na linguagem usual, essa máxima se aplica ao crédito de que alguém goza entre os seus e entre aqueles em cujo seio vive, à confiança que lhes inspira pela superioridade do saber e da inteligência. Se ela sofre exceções, são raras estas e, em nenhum caso, absolutas.
O princípio de tal verdade reside numa conseqüência natural da fraqueza humana e pode explicar-se deste modo:
O hábito de se verem desde a infância, em todas as circunstâncias ordinárias da vida, estabelece entre os homens uma espécie de igualdade material que, muitas vezes, faz que a maioria deles se negue a reconhecer superioridade moral num de quem foram companheiros ou comensais, que saiu do mesmo meio que eles e cujas primeiras fraquezas todos testemunharam.
Sofre-lhes o orgulho com o terem de reconhecer o ascendente do outro. Quem quer que se eleve acima do nível comum está sempre em luta com o ciúme e a inveja. Os que se sentem incapazes de chegar à altura em que aquele se encontra esforçam-se para rebaixá-lo, por meio da difamação, da maledicência e da calúnia; tanto mais forte gritam, quanto menores se acham, crendo que se engrandecem e o eclipsam pelo arruído que promovem. Tal foi e será a História da Humanidade, enquanto os homens não houverem compreendido a sua natureza espiritual e alargado seu horizonte moral. Por aí se vê que semelhante preconceito é próprio dos espíritos acanhados e vulgares, que tomam suas personalidades por ponto de aferição de tudo.
Doutro lado, toda gente, em geral, faz dos homens apenas conhecidos pelo espírito um ideal que cresce à medida que os tempos e os lugares se vão distanciando. Eles são como que despojados de todo cunho de humanidade; parece que não devem ter falado, nem sentido como os demais; que a linguagem de que usaram e seus pensamentos hão de ter ressoado constantemente no diapasão da sublimidade, sem se lembrarem, os que tal imaginam, que o espírito não poderia permanecer constantemente em estado de tensão e de perpétua superexcitação. No contato da vida privada, vê-se por demais que o homem material em nada se distingue do vulgo. O homem corpóreo, que os sentidos humanos percebem, quase que apaga o homem espiritual, do qual somente o espírito se percebe. De longe, apenas se vêem os relâmpagos do gênio; de perto, vêem-se as paradas do espírito.
Depois da morte, nenhuma comparação mais sendo possível, unicamente o homem espiritual subsiste e tanto maior parece, quanto mais longínqua se torna a lembrança do homem corporal. É por isso que aqueles cuja passagem pela Terra se assinalou por obras de real valor são mais apreciados depois de mortos do que quando vivos. São julgados com mais imparcialidade, porque, já tendo desaparecido os invejosos e os ciosos, cessaram os antagonismos pessoais. A posteridade é juiz desinteressado no apreciar a obra do espírito; aceita-a sem entusiasmo cego, se é boa, e a rejeita sem rancor, se é má, abstraindo da
individualidade que a produziu.
Tanto menos podia Jesus escapar às conseqüências deste princípio, inerente à natureza humana, quanto pouco esclarecido era o meio em que ele vivia, meio esse constituído de criaturas voltadas inteiramente à vida material.
Nele, seus compatriotas apenas viam o filho do carpinteiro, o irmão de homens tão ignorantes quanto ele e, assim sendo, não percebiam o que lhe dava superioridade e o investia do direito de os censurar. Verificando então que a sua palavra tinha menos autoridade sobre os seus, que o desprezavam, do que sobre os estranhos, preferiu ir pregar para os que o escutavam e aos quais inspirava simpatia.
Pode-se fazer idéia dos sentimentos que para com ele nutriam os que lhe eram aparentados, pelo fato de que seus próprios irmãos, acompanhados de sua mãe, foram a uma reunião onde ele se encontrava, para dele se apoderarem, dizendo que perdera o juízo. (S. Marcos, cap. III, vv. 20, 21 e 31 a 35. - O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XIV.)
Assim, de um lado, os sacerdotes e os fariseus o acusavam de trabalhar pelo demônio; de outro, era tachado de louco pelos seus parentes mais próximos.
O que há de estranho é que, no século dezenove e no seio de nações civilizadas, se dê o que, há dois mil anos, nada tinha de espantoso, por parte de um povo ignorante.
Obs: Para quem não conhece vale a pena dizer que o estudo do Espiritismo puro feito pelo seu codificador Allan Kardec é desta forma (ciência, filosofia e religião), Ele não impõe nada, Ele constata e analisa todos os detalhes.

Tens tudo que precisas

Nasceste no lar que precisavas,
Vestiste o corpo físico que merecias,
Moras onde melhor Deus te proporcionou, de acordo com seu adiantamento.
Possuis os recursos financeiros coerentes com as tuas necessidades, nem mais, nem menos, mas o justo para as tuas lutas terrenas.
Teu ambiente de trabalho é o que elegeste espontaneamente para a tua realização.
Teus parentes, amigos são as almas que atraístes com tua própria afinidade
Portanto seu destino está constantemente sobre teu controle.
Tu escolhes, recolhes, eleges, atrais, buscas, expulsas, modificas tudo aquilo que te rodeia a existência.
Teus pensamentos e vontades são a chave de teus atos e atitudes, são as fontes de atração e repulsão na tua jornada nesta vida.
Não reclames nem te faças de vítima, antes de tudo analisa e observa.
A mudança esta em tuas mãos.
Reprograme tua meta, busque o bem e viverás melhor.
(Chico Xavier)

Só a dor nos ensina a ser humanos

Só a dor nos ensina a ser humanos
Conversa de Paulo com Ananias seu benfeitor, Paulo acabará de falar com Jesus a poucos dias e um dia após ter curado sua cegueira, foi no Tempo pregar os ensinamentos de Jesus a seus amigos, e teve uma grande decepção, foi rejeitado por todos.
"Acabrunhado, retirou-se do Templo, em busca do benfeitor, afim de reconfortar-se com suas palavras.
Ananias não se mostrou surpreendido com a exposição das ocorrências no Templo.
Vejo-me cercado de enormes dificuldades - Dizia Paulo um tanto perturbado. - Sinto-me no dever de espalhar a nova doutrina, felicitando nossos semelhantes; Jesus encheu-me o coração de energias inesperadas, mas a secura dos homens é de amedrontar os mais fortes.
Sim - explicava o ancião paciente -, o Senhor conferiu-te a tarefa do semeador; tens muito boa vontade, mas, o que faz um homem recebendo encargos dessa natureza? Antes de tudo, procura ajuntar as sementes no seu mealheiro particular, para que o esforço seja profícuo.
Paulo percebeu o alcance da comparação e perguntou:
Mas desejais dizer com isso?
Quero dizer que um homem de vida pura e reta, sem os erros da própria boa intenção, esta sempre pronto a plantar o bem e a justiça no roteiro que perlustra; mas aquele que já se enganou, ou que guarda alguma culpa, tem necessidade de testemunhar no sofrimento próprio, antes de ensinar. Os que não forem integralmente puros, ou nada sofreram no caminho, jamais são bem compreendidos por quem lhes ouve simplesmente a palavra. Contra os seus ensinos estão suas próprias vidas. Além do mais, tudo que é Deus reclama grande paz e profunda compreensão. No teu caso deves pensar na lição de Jesus, permanecendo trinta anos, preparando-se para suportar nossa presença durante apenas três. Para receber uma tarefa do Céu, David conviveu com a natureza apascentando rebanhos; para desbravar as estradas do Salvador, João Batista meditou muito tempo nos ásperos desertos da Judéia.
As ponderações carinhosas de Ananias caíram-lhe na alma opressa como bálsamo vitalizante.
Quando hajas sofrido mais - continua o benfeitor e amigo sincero -, terás apurado a compreensão dos homens e das coisas. Só a dor nos ensina a ser humanos. Quando a criatura entra no período mais perigoso da existência, depois da matinal infância e antes da noite da velhice; quando a vida exubera energias, Deus lhe envia os filhos, para que, com os trabalhos, se lhe enterneça o coração. Pelo que hás confessado, é possível que não venhas a ser pai, mas terás os filhos do Calvário em toda parte. Não viste Simão Pedro, em Jerusalém, rodeado de infelizes? Naturalmente, encontrarás um lar maior na Terra, onde serás chamado a exercer a fraternidade, o amor, o perdão... É preciso morrer para o mundo, para que o Cristo viva em nós.... "
Do livro "Paulo e Estêvão" pagina 225.
por Emmanuel .

Fé e Religião

Fé e Religião

http://www.superilha.com.br/Espiritismo/fe_religiao.htm
Fé e Religião
Duas lições de Emmanuel, na Indulgência e nas Mãos Marcadas, deveriam nos merecer a máxima atenção, como forma de oferecer caminho comum a isto que chamamos fé e religião e que, ao invés de unir, tem nos afastado uns dos outros. Vejamos porquê:
"Tua fé! Discutirás em nome da fé, contudo, quase sempre, ao fim de preciosos duelos verbais, não terás atirado ao caminho dos semelhantes senão labaredas de violência ou o veneno do despeito e do ódio".

Combaterás por ela, mobilizando armas e tribunais terrestres, no entanto, ao término da luta, muitas vezes, não recolherás senão as brasas do desespero e o fel da desilusão. E fácil ser-nos-á sempre criticar em seu nome, desaprovar ou ferir, pretendendo exaltá-la, perturbar e destruir, na suposição de favorecer-lhe o desenvolvimento e a ascensão porque, todos somos capazes de atitude obstinada ou da palavra contundente para consolidar-lhe os princípios, segundo nosso modo personalista de ser.

Entretanto, Jesus ensinou-nos a cultivar o verdadeiro tipo de fé suscetível de erguer-nos da sombra para a luz. Ele, que mantinha inalterável comunhão com o Pai, jamais guerreou em seu Nome, a pretexto de advogar-Lhe a soberania. Em nome da fé, entregou-se sim, incansável, ao serviço de amparo às necessidades humanas, antes de veicular-lhes os avisos e ensinamentos. Passou, portanto, pelo mundo, auxiliando e amando, servindo e perdoando, infinitamente."
"Tua religião! Em muitas ocasiões, perguntas se ela é, realmente a melhor. Não precisas, porém, de fazer comparações. Faça o exame da própria fé".

Se, nas crises da vida, quando suplicas concessões especiais, em teu benefício, a tua religião te ensina que todas as criaturas são filhas do Criador, sem que te seja lícito exigir qualquer privilégio na Criação...

Se, nas atribuições de merecimento, quando rogas favores particulares para aqueles que te desfrutam os caprichos do afeto, a tua religião te aconselha a respeitar o direito dos outros...

Se, no jogo dos interesses materiais, quando tentações numerosas te induzem a trapacear, em nome da inteligência, com vantagens pessoais, a tua religião te mostra o caminho do dinheiro correto, sem afastar-te do suor no trabalho e da responsabilidade no esforço próprio...

Se, nos dias amargos de humilhações, quando o orgulho ferido te sugere desespero e revide, a tua religião te recomenda humildade e abnegação com a desculpa incondicional das ofensas e esquecimento de todo o mal...

Se, nas horas de angústia, perante a morte, inevitável, sobre a fronte dos entes queridos, tentando-te o desânimo e a rebeldia, tua religião te assegura a certeza da imortalidade do espírito, sustentando-te a paciência e a esperança...

Se, tua religião considera a felicidade do próximo acima de tua felicidade, sugerindo-te o serviço incessante no bem, a tua religião é e será sempre uma luz verdadeira para o caminho, conduzindo-te a alma, pelo entendimento e trabalho, para as esferas superiores.
E, se dúvidas te avassalam o pensamento em matéria de crença e conduta, preconceitos e tradições, entra no mundo de ti mesmo e indaga da própria consciência qual terá sido, entre os homens, a religião de Jesus. "
Precisamos de mais alguma coisa para começar a melhorar os nossos relacionamentos?

Como estudar o espiritismo

Os 3 Espíritos que trazem todo os detalhes sobre o estudo do Espiritismo:
Allan Kardec, André Luiz e Emmanuel.
ALLAN KARDEC: (princípios, inicio do aprendizado)
"O Espiritismo tem progredido, sobretudo, depois que foi melhor compreendido em sua essência íntima, porque toca o ponto mais sensível do homem: o da sua felicidade."
Vamos entender Jesus com Kardec
Livros Básico do Espiritismo - básicas da codificação espirita
São as obras que formam os pilares da Doutrina Espírita. Onde encontram-se todos os princípios básicos da Doutrina Espírita organizados por Allan Kardec:
O que é Espiritismo - Noções do mundo invisível, pelas manifestações dos espíritos
O Livro dos Espíritos - Filosofia; Princípios da Doutrina Espírita
O Livro dos Médiuns - Ciência; Estudo sobre mediunidade
O Evangelho Segundo o Espiritismo - Religião; Estudo da parte moral da Doutrina Espírita
O Céu e o Inferno - Justiça Divina segundo o Espiritismo
A Gênese - Os milagres e as predições segundo o Espiritismo
Obras Póstumas-
Obras Básicas
Contém a Doutrina Espírita, basicamente, três obras a saber:
O Livro dos Espíritos- em que toda a informação sobre o Espírito, o mundo espiritual a inter-relação entre as dimensões humanas (mundo encarnado) e espiritual (mundo espiritual) é detalhada de modo a que todos possamos nos informar a respeito destas realidades, de forma bem simples - ao ponto de decepcionar aqueles que esperam sempre por complicados dizeres filosóficos para tal - de modo que "só não aprende quem não quer"
O Evangelho Segundo o Espiritismo- obra que, em suporte ao aspecto religioso na doutrina, cujo objetivo neste particular é de favorecer a comunicação com o Criador e mostrar a importância dos Valores no vivenciar, detalha toda a recomendação expressa basicamente nos Evangelhos de modo que possamos construir sempre, em todos os momentos da vida. Na essência busca a Doutrina, ater-se ao fatos relacionados aos Valores deixando outros, passíveis de discussão (milagres, fatos familiares, concepção etc) relativos a Jesus, em segundo plano pela pouca importância para o objetivo, que não cansaremos de repetir, é o de sermos "construtivos sempre" no nosso vivenciar.
O Livro dos Médiuns- obra que detalha a fenomenologia da manifestação extra humana e sua intermediação, motivação, oportunidade de a praticar-se. Devemos lembrar que, a Mediunidade em si não começou ou termina com o Espiritismo, manifestações desta natureza sempre o acompanharam o homem ao longo de sua existência.

"Espiritas ! devem amar-se como caminheiros de um mesmo destino, este o primeiro ensinamento; devem instruir-se, este o segundo. No Cristianismo se encontram todas as verdades necessárias; são de origem humana os erros que nele se enraizaram"
"Em todas as circunstâncias , lembrar-se sempre de que o Espiritismo expressa, antes de tudo, obra de educação, integrando a alma humana (espírito encarnado) nos padrões do divino Mestre."
- Cultura atendida, progresso mais fácil
Consagrar diariamente alguns minutos à leitura de obras edificantes, preferindo acima de tudo, como alimento da própria alma, as que versem sobre temas fundamentais para a vida. Oferecer obras esclarecedoras aos amigos, ousando escolher a que lhe possa oferecer instrução e consolo. A biblioteca espírita é viveiro de luz.
- Livro nobre, caminho para a ascensão.
Todavia, sem exclusão de autor ou tema versado, analisar minuciosamente as obras que venha a ler, para não sedimentar no íntimo os tóxicos intelectuais de falsos conceitos.
Apreciar com indulgência e serenidade as obras de combate ao conteúdo do Espiritismo, calando defesas precipitadas ou apaixonadas, para recolher com elas, advertências e avisos para o aperfeiçoamento do aprendizado que lhe cabe fazer.
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ANDRÉ LUIZ: ( continuação do aprendizado)
"EM TODA CRIATURA TERRESTRE HÁ LUZ E SOMBRA. DESTAQUE SUA NOBREZA, PARA QUE A NOBREZA DO PRÓXIMO VENHA AO SEU ENCONTRO".
As obras do Espírito André Luiz, psicografadas por Francisco Cândido Xavier são as mais recomendadas que complementarão e estudo (no entanto, por sua profundidade, para sua correta assimilação, devem ser lidas após a leitura das obras básicas da codificação).
Nosso Lar
Os Mensageiros
Missionários da Luz
Obreiros da Vida Eterna
No Mundo Maior
Agenda Cristã
Libertação
Entre a Terra e o Céu
Nos Domínios da Mediunidade
Ação e Reação
Evolução em Dois Mundos
Mecanismos da Mediunidade
Conduta Espírita
Sexo e Destino
Desobsessão
A Vida Continua
Breve comentários de algumas obras de André Luiz
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Nosso Lar
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"Na apresentação desta obra diz Emmanuel: De há muito desejávamos trazer ao nosso circulo espiritual alguém que pudesse transmitir a outrem o valor da experiência própria, com todos os detalhes possíveis à legitima compreensão da ordem que preside o esforço dos desencarnados, nas esferas invisíveis ao olhar humano, embora intimamente ligadas ao planeta. Portanto, eis André Luiz que vem nos contar, que a maior surpresa da morte carnal é a de nos colocar face a face com a própria consciência, onde edificamos o céu, estacionamos no purgatório ou nos precipitamos no abismo infernal; irá nos lembrar que a Terra é oficina sagrada, e que ninguém a menosprezará, sem conhecer o preço do terrível engano a que submete o próprio coração".
Nosso Lar é o primeiro relato de André Luiz, no qual nos descortina a sua morte e a surpresa de encontrar-se vivo e mais que isso, vivo e carente, em meio agressivo e desesperador. Nos detalha o acordar de sua consciência, naqueles valores maiores menosprezados quando encarnado mas que, então, o socorrem. Encontra e nos detalha a cidade a que foi recolhido, com sua população de ativos e dependentes, seus costumes e necessidades, seus novos valores. Nos diz de como teve que refazer seu aprendizado, ex-médico que fora, a partir, não do intelecto mas dos valores, da humildade. Nos informa das individualidades dos que comandam esta cidade, a exemplo de outras semelhantes, demonstrando que só a fraternidade lhes dá autoridade para tal. Comenta a saudade imediatista do meio deixado, dos familiares. Nos descortina de forma inicial e leve a presença do umbral onde purga a maioria dos desencarnados.

Mostrar-nos o chamamento materno e superior para o trabalho desinteressado e seu envolvimento no mesmo, o que lhe abrirá, como a todos, a realização pelo merecimento. Dá-se conta e nos relata sua experiência, com companheiros recém desencarnados ou recém retirados do umbral, como ele o foi. Nos fala dos desesperados e recalcitrantes que, embora desesperados, insistem em permanecer onde e como estão.

Mesmo a guerra (a segunda, em desencadeamento) é comentada com suas influências e conseqüências na espiritualidade Relata-nos seus encontros com companheiros do passado e suas posições relativas agora, com conseqüentes necessidades de trabalho restaurativo.

Nos relata sua participação numa das tantas preleções de esclarecimento e motivação de que participará a partir de agora e cujo ensino reconheceremos como aplicável a nós de forma imediata também. Com ele, começaremos a nos conscientizar do mundo espiritual que nos cerca na terra e seus níveis e particularidades, de modo a corrigirmos os conceitos deturpados que temos de céu, purgatório e inferno.

Nos relata enfim, sua volta particular ao lar e suas surpresas que nós, filhos e cônjuges, "aprontamos" para os que partem. Finalmente, após trabalho exaustivo e pleno de sucesso, compartilha conosco, seu reconhecimento de indivíduo útil à comunidade e portanto, apto a prosseguir no seu aprendizado que, pelo seu relato autorizado, faremos nos também com ele.
Na realidade, este resumo procura mostrar a grandeza e extensão de tudo o que podemos aprender com esta primeira obra.

Como as demais acrescentarão um volume enorme de novas informações, além de completarem e aprofundarem estas iniciais, cabe novamente o alerta, de que não estaremos fazendo uma simples leitura mas sim um curso aprofundado, que requer dedicação e empenho.

Nobre senhora, em palestra, define Nosso Lar como "cidade espiritual de transição, onde poucos preparam-se para ascender e a maioria para retornar à terra, em serviços de recuperação". É assim que devemos compreendê-la!
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Os Mensageiros
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Após a conscientização de sua situação, de sua recuperação, de seu envolvimento com a caridade a terceiros (o que foi o detalhado em Nosso Lar), André é admitido em nova etapa de trabalho de auxílio. Eis onde começa o relato desta segunda obra descritiva, de estudo e ofertada para nosso aprendizado.

Como na anterior e que acontecerá nas seguintes, Emmanuel, o Mestre da fraternidade, detalha na Introdução o objetivo da mesma, seu conteúdo e a necessidade de nos envolvermos, nós os Espíritos encarnados, com a mesma de modo a resgatarmos, os compromissos que assumimos ao encarnar e que parece, esquecemos.....

Temos nesta obra, o relato de uma semana de trabalho na Terra, dentro de "Oficina de trabalho espiritual". Novamente, André Luiz será supervisionado por Mestre, neste caso por Aniceto, superior em muito a média dos que o cercam, mas sempre envolvido e comprometido com o meio em que atua ou seja, não é estranho ao ambiente mas sim saído, inerente ao mesmo.

Não só isto, temos a descrição detalhada da "descida" do grupo da Espiritualidade até a Terra após aprimoramento específico da visão espiritual, necessária para a identificação de situações e necessidades nos carentes, como veremos.
Para entender a importância da comunicação entre Espíritos, André Luiz ouve, (e ouvimos nós) comentários importantíssimos sobre as Religiões que nos deveriam auxiliar no convívio espiritual mas que se deixam, na sua maioria, ficar inativas e presas a crendices. Toma conhecimento de diversos tipos e casos de Espíritos desencarnados ( médiuns, dirigentes, doutrinadores ) e que falharam nos trabalhos de comunicação, nas suas metas como encarnados ( como estamos falhando nós ? ) . Seus relatos são alertas a todos os "vivos" da Terra que pretendam atingir a "salvação".

Na viagem, além de detalhar-nos o caminho em si, que se torna cada vez mais "pesado" quanto mais próximo da Terra, nos relata a riqueza da vida às suas margens, normalmente plena de carências mil e onde labutam enorme quantidade de espíritos fraternos. Postos de Socorro, distribuídos em determinadas faixas ao redor da Terra, sobre os Continentes, recolhem, tratam, auxiliam, encaminham, lutam, preparam reencarnações e mil outras tarefas identificadas pela leitura atenta (lembram que a maioria dos desencarnados habita "ao redor da Terra" ? /assunto comentado anteriormente)
A referência feita a vibrações pesadíssimas que prejudicam as áreas e os trabalhos advindas da Segunda grande Guerra, à época do livro em desenvolvimento na Europa, por ser extremamente importante no momento em que nossa sociedade terrena, enfrenta mais uma guerra, já comentada em texto a parte inclusive.
Conheceremos mais um Ser de espiritualidade superior, na pessoa de Ismália, e seu trabalho junto aos Espíritos encarnados e desencarnados. É intermediária de forças superiores mas pertence ao ambiente em evolução. Insistimos neste entendimento, para que fique claro que o auxilio do Senhor vem, não por Ele diretamente, mas pelos seus seguidores a quem devemos reconhecer e seguir ao invés de esperarmos por "voltas do Cristo" e de outros Seres superiores. O que precisamos já nos foi enviado de a muito !

Chegando finalmente à Terra, alojam-se junto a "Oficina de Trabalho" modestos lares junto a comunidade carente. Novamente aqui, o ensinamento de que não são necessariamente os grandes e vistosos templos os melhores locais para obter-se auxílio, que deve sempre ser merecido. Junto a esta Oficina temos o relato de diversos trabalhos de auxílio que devemos reconhecer e incorporar se quisermos, realmente, tirar proveito deste relacionamento que buscamos com nossas preces e pedidos mas que, por desconhecermos como se processam, perdemos de colaborar para um melhor resultado.

Temos que deixar de ser meros pedintes para nos tornarmos atuantes para merecermos ajuda.
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Missionários da Luz
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Nas duas obras iniciais (Nosso Lar e Os Mensageiros), André Luiz nos relata, no primeiro, seu reequilibro e reencontro com seus valores maiores e depois, no segundo, seu envolvimento com os semelhantes nas tarefas de auxílio que passa a conhecer e participar.
Agora, nesta terceira obra, seu aprendizado e por conseqüência o nosso, não esqueçamos, começa a encontrar conhecimentos que podemos classificar como fantásticos. O Espiritismo tem, ao detalhar a espiritualidade, a função de libertador de consciências ao desviar sua atenção do dia a dia para questões maiores afetas a todos os seres. O conteúdo desta obra, por certo, é de valor inestimável para o dia a dia, para a ciência, e para a convivência entre mundos.
Não há morte. Há sim, aprendizado continuo, em que dimensão for ou estivermos! Quanto mais cedo assim o entendermos, mais cedo viveremos em maior proveito e sabedoria. Este é o sentido maior e real da fé, crer não em situações fantasiosas mas sim reais, baseando-se em fatos possíveis de entendimento e não crença cega, apenas como pedintes que hoje somos. Assim como nos influenciamos direta ou indiretamente no dia a dia, a influenciação entre as dimensões espirituais e a nossa, dita humana, é constante e rica e só é desconhecida pela nossa pouca fé, traduzida na nossa inércia para o estudo e aprendizado.

A mediunidade, intermediação entre estas dimensões, tão comentada e buscada, principalmente dentro do Espiritismo, tem nesta obra comentários e detalhamentos fundamentais para quantos à ela querem se dedicar. E não são detalhes simples não! Processos de transmissão, predisposições e requisitos, riscos inerentes, auxílios possíveis, vampirismos e tantas outras coisas deixam claro que esta é uma tarefa das mais críticas de modo que o envolvimento com a mesma deve ser algo pensado e só desenvolvido pelos que a entenderem e a aceitarem no todo. Ao lermos e estudarmos estes textos nos damos conta da ingenuidade e até dos consideráveis riscos que enfrentam aqueles que querem a mediunidade como se fosse coisa simples.

As influências, as energias envolvidas e o processo de interação delas com a organização física em que nos instalamos como espíritos (nossos corpos), o processo que envolve o sistema glandular com a centralização na Pineal, são fatos científicos que oferecem campo fantástico àqueles que aceitarem o desafio de seu estudo e pesquisa.

Novamente, como nas obras anteriores, há um Mestre direcionando a apresentação dos assuntos, seu detalhamento e ensinando sobre a melhor maneira de utilizá-los. Alexandre, este seu nome, tem superioridade dentro do grupo mas ele mesmo, na sua simplicidade de sábio, é o primeiro a alertar para valores e Mestres superiores, desabonando cultuamentos pessoais. Vamos conhecê-lo...e que saibamos dele aproveitar toda a dedicação e o ensino.
Para não perder-se o Saber, por caminhos excessivamente técnicos, eis que lição grandiosa sobre o valor da Prece e suas energias é detalhada para que não esqueçamos a fonte inesgotável do suporte espiritual. Auxílio médico-espiritual, que a equipe de Alexandre presta a companheiro encarnado, é típico exemplo para nós, sempre envolvidos com nossas mazelas do dia a dia, de como a ajuda está a nossa disposição, sempre que haja algum merecimento..... É um verdadeiro desafio mas também suporte à nossa ciência médica que, se humilde mas ousada também, muito pode aprender.
Capítulo especifico nos esclarece sobre um dos nossos maiores momentos, onde poderíamos e podemos otimizar nosso potencial mas onde também damos vazão a nossa problemática e tendências menos felizes. Falamos do sono, de nossos comportamentos espirituais e dos sonhos que os registram, bons ou ruins (pesadelos então). Vamos a tantos lugares e fazemos tantas coisas... Aproveitemos e participemos da palestra, que se nos oferece como exemplo, e nos integremos na mesma como reais participantes. Vejam como é grandioso o ensino. Não eqüivale ou mesmo supera muitos dos ensinos de nossas faculdades?
Já dissemos anteriormente e repetimos aqui: o Espiritismo, com suas informações sobre a espiritualidade e o inter-relacionamento espiritual, não pode ser de mera leitura. É sim estudo, que demanda tempo, seriedade e envolvimento para firmar-se o Saber. Ë formação superior sim, da melhor qualidade e de utilidade eterna já que se incorpora no nosso interior e sobrevive conosco, Espíritos que somos!
Querem mais? Estudem o processo de materialização que nos é apresentado. Ë de uma riqueza científica extraordinária, além de esclarecer àqueles que a tem buscado, de que não é e não deve ser tratada como diversão ou algo banal, como a maioria dos participantes (nós os encarnados, lembram) o demonstram. Querem outro ensinamento fantástico? Acompanhemos então a "investigação" espiritual --e vejam porque a mesma acontece-- sobre morte com conotações eventualmente criminosas ou suicidas tão comum digamos, nos nossos dias. A espiritualidade não pode e não será nosso "detetive" para encontrarmos as respostas mas, como neste caso, serve para nos alerta para fatores que podem muito bem estar presentes. Mais do que isto vejam as conseqüências na espiritualidade do fato. A morte não nos isenta das responsabilidades, dos ataques de aproveitadores (vampiros, eis os verdadeiros, não os das novelas, românticos e divertidos...). Aliás, somos mais vampirizados do que supomos! Se extrapolarmos do matadouro para nossas práticas em busca de prazeres nem sempre equilibrados, como nas nossas churrascarias, restaurantes, bares, boates etc, vemos que, por dependerem das essências/ energias, que roubam de nós (já que também as buscamos) estamos, sistematicamente a mercê destes companheiros!!! Como nos protegermos? Pensemos, pensemos...
Terminamos? Pelo contrário! Vamos agora ver o que pode estar por traz de algo que pensamos tão bem conhecer. O ter filhos! Será processo tão simples como pensamos? Basta o relacionamento sexual humano em condições favoráveis e eis que geramos vida nova, novo Ser. Será? Acompanhemos a estória de Segismundo e de seus futuros pais! Muitas das reações que conhecemos, poderiam ser devidas a estes contextos? A despeito das dificuldades relatadas este é um caso de boa reencarnação. Veremos adiante um caso oposto e, com o tempo e em outras obras, uma gama considerável de diferentes casos entre estes. É praticamente impossível repassar o conteúdo deste caso e suas considerações em paralelo. Mencionamos alguns fatos apenas, como um desafio à curiosidade que pretendemos seja uma porta para o conhecimento e um viver mais rico. Destino, amor, sexo (vejam às pg 198 e 208) motivam comentários extraordinários. O processo de adequação do espirito (redução corporal), sua ligação ao processo gerador não são fatos soberbos? Onde a herança genética? Vejam a importância do sangue, da hereditariedade e tantos outros informes...Quanto trabalho, estudo, discussão por fazer não?

Terminamos agora? Nem pensar! Vejam que aproveitando a reencarnação de Segismundo (cap 14) uma variedade de outros assuntos nos é repassados, oferecidos para analise e estudo indo do aborto, passando pelas interferências tecnico-espirituais, detalhando a importância do campo Mental, seleção espermática, visitação espiritual, como nós fazemos as nossas a gravidas e recém natos e suas implicações enfim, conhecimento, conhecimento, conhecimento....

No capitulo seguinte, detalhes do caso de encarnação fracassada, num exemplo bastante próximo de fatos do nosso dia a dia.

No seguinte, interessante detalhamento daquilo que chamamos Invocação seja a direta como mostrada seja aquelas que nosso desespero choroso, nossa revolta ocasionam todo dia. Prejudicamos quem já se foi, os estressamos, etc etc. Não há milagres ou respostas à nossas ingênuas questões imediatistas. Também um caso de doutrinação espiritual, processo conhecido em parte por aqueles que vivenciam trabalhos internos em Centros espíritas, nos é detalhado para que todos tenhamos um exemplo do que se passa na realidade do processo e das "pessoas" envolvidas? Poderíamos pensar sobre sermos nós os trazidos para este processo ou sermos nós o doutrinador. O que teríamos a dizer? Como proceder? Isto parece impossível ou difícil? Nem tanto pois não é o que fazemos entre nós, amigos, familiares ou então não é o que "receitamos" para terceiros envolvidos em problemas mil? Lembram do vampirismo? Aqui também é possível a presença daqueles que, encarnados ou desencarnados, nos influenciam (obsessores) ou nos dominam (possessores). Vemos com certeza poucos casos de exorcismo (lembram do filme O exorcista?) mas é considerável a influênciação no nosso dia a dia. Precisamos saber disto para nos adequarmos a esta realidade, para não sermos prejudicados MAS TAMBÉM PARA NÃO PREJUDICARMOS NINGUÉM!

É por isto, inclusive, que detalhamento sobre o Passe é apresentado a seguir de modo a entendermos não só sua importância, sua técnica, mas também todo a âmbito de sua aplicação, ou seja, em todos os processos acima comentados. É de extrema importância para sabermos que a ajuda pode e vem de todos e todos podemos ajudar de alguma forma. Não podemos ficar na dependência de poucos como pedintes inúteis. Antes de merecer ajuda, precisamos saber ajudar. Merecimento, eis a questão!
E, como gran finale da obra, Alexandre, o Mestre, parte mostrando que ninguém é insubstituível e só a idéia maior do amor fraterno é que deve prevalecer. Isto não é novo e Cristo foi mais um dos que nos deixou "sozinhos" mas com uma enorme bagagem de ensino e aprendizado por fazer e um campo enorme para trabalhar ( não é o que os pais e a sociedade fazem com os jovens após seu preparo para a vida?)

Que a Prece final da obra, seja a realização maior de quantos aceitarem o desafio desta leitura-estudo pois, como já enfatizamos, a obra completa de André Luiz, é um curso de Mestrado ou Doutorado sobre as vidas, aquela de que temos consciência e daquela outra, a espiritual, que não vemos porque não queremos, que nos cercam e dentro das quais vivemos! Devemos ser gratos a estes Missionários que se dispuseram a nos trazer esta Luz para quiçá, dias melhor.
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Obreiros da Vida Eterna
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Na apresentação desta quinta obra de André Luiz, diz Emmanuel: "os homens modernos, pesquisadores do universo e do subsolo, esbarra ante a morte com a mesma aflição dos antigos. Em todas as escolas religiosas, a teologia, procura controlar o campo emotivo dos crentes acomodando os interesses imediatistas da alma encarnada. Para tanto, criou regiões definidas, tentando padronizar as determinações superiores pelos decretos medievais. Mais do que falar sobre castigos eternos e aflições múltiplas, a espiritualidade nos é revelada nesta obra, com seu continuísmo da vida. Ninguém morre! O aperfeiçoamento prossegue em toda parte. Em todas as dimensões há sociedades e instituições, templos e lares, onde o progresso continua, sempre para o alto".
Com esta obra, a Morte nos é descortinada não na medida em que a conhecemos e tememos, como condição terminal e obscura mas sim, como continuidade da vida, como conseqüência da mesma e ainda como processo de influenciação e participação de encarnados e desencarnados.
As obras delineadas por André, seguem um padrão, com o objetivo claro de nos instruir sobre a constância e importância destas etapas. Seu (nosso) orientador agora é Jerônimo que a exemplo dos anteriores tem qualidades e capacidades superiores mas é originário do meio em que habita ou seja, não é estranho ao ambiente e aos serviços inerentes ao mesmo.
Equipe é formada para acompanhar Jerônimo em tarefas de auxílio em processos de desencarne de companheiros merecedores de tal ajuda, como veremos. Mas, há uma preparação inicial, sinalizando-nos de que só a boa vontade não é suficiente para um bom trabalho. Palestra, os alerta sobre o valor do "verbo" ou seja, do que se diz, pois ao auxiliar temos que criar empatia, mormente nas faixas de ação em que há muita aflição e que são, as em que vivemos nós ou nas quais está à maioria dos que desencarnaram. Palestra atual, diga-se de passagem, face as nossas práticas sociais, abusivas de palavras vãs e vazias, plenas de engodo e maledicências.
Ao virem para Terra, passam por faixas que nos descrevem e detalham, principalmente, aquela onde estagiam a maioria dos seres que desencarnam/morrem. As aflições, carências, necessidades múltiplas, devidas aos nossos erros em vida, aí criam, por força mental, ambientes decrépitos e doentios. Nada de céus imediatos, portanto, mas sim realidades conseqüentes de nossos atos. Também não há purgatórios localizados, mas sim faixas que circundam a Terra, habitadas por todos aqueles condizentes com o nível mental aí vigente (os semelhantes se procuram; ou se escondem juntos...).
Casa de auxilio, exemplificando tantas aí existentes, nos é descrita com seus trabalhadores, com suas motivações e objetivos. Trabalhos específicos e especiais de socorro nos informam do meio que, por certo nos espera, a não ser que aproveitemos as ocasiões de estudo para um melhor viver e melhor morrer...
Chegando a Terra, antes das tarefas especificas André (e nós, sempre) ouve de Jerônimo: "A concepção humana do socorro divino é viciada desde muitos séculos. A criatura pressupõe no amparo de Deus, o protecionismo do interesseiro. Espera perpetuidade de favores materialistas, louvor permanente. Costuma aguardar serviço, estima o entendimento, mas desdenha servir, estimar e entender, quando não seja com retribuição. Na realidade, o subsídio celeste, traduz-se normalmente, por benditas oportunidades de trabalho e renovação, chega, muitas vezes, por gloriosas feridas, magníficas dores, abençoados suplícios. O que quase sempre parece sofrimento e tentação constitui bem-aventurança transformando situações para o bem e para a felicidade".
Alguma semelhança ou aplicável a nosso tempo, chorões e pedintes que somos, infelizes por não recebermos a ajuda que nos isente de trabalho? Isto é importante pois a ajuda que veremos não se traduzirá por afastamento das necessidades dos envolvidos mas sim em ajudá-los a superá-las por si mesmos.
Ao conhecermos Dimas, Fábio, Albina, Cavalcante e Adelaide reconheceremos muitos dos que nos cercam, com suas mazelas e dores. Mas, aprenderemos sobre admiráveis estórias de fraternidade, tornando estes amigos merecedores das atenções. As suas reações nos serão importantíssimas para que entendamos da importância do preparo, nosso e dos nossos, pois a morte, como dissemos, pode parecer fato pessoal mas na realidade é ocorrência que envolve toda a comunidade ao redor. Antes, durante e depois, maravilhosas são as informações de esclarecimento. Veremos as técnicas de auxilio, interferência, desligamentos, cessão de energias, alongamento ou postergação da morte por causa justa, veremos ainda nossa participação quer nos velórios, quer com nosso desespero desequilibrado, quer com nossas atitudes de auxílio inadequadas (ações desaconselháveis mas inerentes ao processo pela falta de informação)etc.
Somos obrigados a reconhecer que, a despeito de nossa boa vontade em procurar motivá-los para leitura-estudo destas obras de André Luiz, falta-nos, condições quiçá e espaço, para um resumo mais enriquecido pois são tantas e maravilhosas as informações espirituais, técnicas, científicas, são tantas as lições sobre valores e fraternidade, numa simplicidade fabulosa que, ao relermos os textos sentimos que muito deixamos de fora.
Ainda assim, mais uma vez, deixamos o desafio para que se busque aqui as respostas a tantas perguntas doridas ou perplexas de nossos dias e que nos parecem irrespondíveis apenas porque não queremos alargar a faixa de nosso vivenciar. Incluindo na mesma, amigos do quilate de André, Emmanuel, e tantos outros aqui presentes, jamais ficaremos sem suporte para a realização do trabalho que nos cabe realizar. Tentemos!
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No Mundo Maior
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Dos quatro cantos da Terra, diariamente, partem viajores humanos, aos milhares, demandando o país da Morte. Raros viveram nos montes da sublimação, vinculados aos deveres nobiliantes. A maioria constitui-se de menores de espírito, em lutas por títulos que lhes exaltassem a personalidade. Não chegaram a ser homens completos. Muitas vezes acomodaram-se a vícios de toda sorte, demorando, voluntariamente, nos trilhos da insensatez. Apesar disso, porém, quase sempre se atribuíam à indébita condição de "eleitos da Providência"; aplicavam a justiça ao próximo, sem se compenetrarem das próprias faltas, esperando um paraíso para si e um inferno para os outros. A morte a ninguém propiciará passaporte gratuito para as venturas celestes. Nunca promoverá compulsoriamente homens a anjos. Cada criatura transporá essa aduana da eternidade com a exclusiva bagagem do que houver semeado, e aprenderá que a ordem e a hierarquia, a paz do trabalho edificante, são de Lei! Ninguém, depois do sepulcro, gozará de um descanso a que não tenha feito juz, porque o "Reino do Senhor não é conquistado com aparências externas".

Estas palavras de Emmanuel, na introdução da sexta obra de André Luiz, nos dá bem a conta da realidade que nos espera, após a morte, caso não modifiquemos nosso viver.
Acompanhando Calderaro agora, seu mentor nesta caminhada, se dedicarão a auxílios a encarnados em processos de desequilíbrio mental, próximos da loucura, suicídio e desastres morais. André começa participando de palestra-estudo, proferida por Eusébio, que vem de mais alto, para ensinamento quanto ao espiritualismo a grupo de interessados, desencarnados e encarnados, trazidos estes, durante seu descanso pelo sono. O conteúdo da palestra é impossível de ser aqui detalhado e muito menos resumido uma vez que, cada afirmação, cada sentença é uma lição especifica e brilhante. Se não estivemos presentes, ( bem provável ) agora temos a oportunidade de aprender pela sua leitura-estudo, a posteriori. Mãos a obra?

Saindo a campo, o primeiro auxílio, processa-se em Hospital, junto a companheiro próximo do desequilíbrio total face aos seus descompassos do passado, representados por entidades vingativas junto ao mesmo. A par da ajuda, André nos detalha de forma riquíssima, a realidade que cerca espíritos em convivência, agressiva no caso. Uma brilhante verificação e estudo dos "cérebros" dos envolvidos contém informações espirito-científicas de valor incalculável. Tão bem esmiuçado é o assunto que leigos e especialistas encontrarão material com que se ocupar, se quiserem aprender sempre mais com espírito de humildade. Para os orgulhosos, para os que acreditam que a ciência materialista encerra-se em si, só o tempo os ajudará, pois o tempo a ninguém menospreza, apenas aguarda....Mas.. E sobre a ajuda em si? Tão forte e desequilibrante é a relação dos envolvidos que nem Calderaro, um santo homem, diríamos, a despeito de seus valores e capacidade, sente-se preparado para tal intervenção, para a qual um nível maior de Amor é necessário a fim de motivar mudanças. Conheçamos então, Cipriana, espírito superior a todos ali, impregnada daquele Amor que tudo pode e tudo consegue. Ela retornará mais vezes.

No segundo auxílio, conheceremos Cândida, em processo de desencarne, companheira que, por seu merecimento, conta com o apoio de Cipriana também, para que se apoie sua filha, razão do auxílio, envolvida num vivenciar de risco em ambiente promíscuo, única opção que encontrou para buscar o necessário para o auxilio médico à mãe doente. Por isso mesmo, sente-se desqualificada e em desequilíbrio e é ajuda, junto com parceiro, a buscar o reequilibrio.
No terceiro auxílio, conheceremos a realidade de problema bastante comum em nosso meio e, portanto, excelente auxilio. Nós até extraímos texto à parte sobre isto, que pode ser visto em "Apenados de ontem, hoje, amanhã". A ajuda à mãe sacrificada e fortemente pressionada por situação de filho retardado, totalmente dependente, leva Calderaro, considerando as vivências pregressas dos envolvidos, a esclarecer-nos ou a instruir-nos quando diz: "à ciência, cabe o desenvolvimento material; à filosofia cabe dar discernimento à mesma; e à religião cabe a tarefa de velar pelo desenvolvimento da alma. Ao reconhecer o desenvolvimento da ciência, lamenta o definhamento da última face a perda do entendimento filosófico, levando a religião às religiões sectárias e humanas na essência". Todavia, esclarece que, mais do que as designações de grupos, os Espíritos ajudam pelo valor existente, pelas preces sentidas, independente das religiões. Portanto, a única religião dos Espíritos, é aquela que, pelo seu Amor e Fraternidade, valoriza a espiritualidade maior. Ela não tem nome!

Depois, no quarto trabalho de suporte espiritual, é a Epilepsia que nos é detalhada como tendo, na maioria dos casos, implicações espirituais, devido a compromissos passados em franco processo de esgotamento mas ainda ocasionando, esporádicos desequilíbrios. Ainda assim, os comentários, observações e esclarecimentos tem conteúdo científico riquíssimo de modo que médiuns, cientistas, psicólogos, psiquiatras, todos enfim, encontrarão boa gama de informações úteis. Alerta sensato nos faz Calderaro ao insistir sobre a necessidade do tratamento da "alma (espirito encarnado)" se quisermos mesmo ajudar no reequilibro definitivo do Ser. Devido a implicações com manifestações em sensitivos ou médiuns com julgamentos incorretos sobre Animismo, farto detalhamento nos é apresentado da visão espiritual da mesma e de como nós vemos e tratamos este fenômeno. É ajuda extremamente importante para a seara espírita, dentro da qual encontramos entendimentos incorretos e injustos por desconhecimento! Aproveitando o ensejo, o cérebro é comentado quanto às funções e expectativas dos lobos frontais, ainda desconhecidos na sua potencialidade.
O próximo auxilio, baseia-se em solicitação de mãe desencarnada, aflita com situação de filha encarnada as voltas com o aborto que, diga-se de passagem, é um dos maiores flagelos da nossa sociedade, pobre de valores. Cecília, a filha, ao descobrir-se grávida como conseqüência do seu vivenciar desatinado busca o aborto, obsessivamente, desconhecendo e reagindo contra o esforço de alertá-la sobre o quadro da realidade espiritual que a envolve com o companheiro em processo de encarnação. Há uma passagem extremamente interessante, quando sua mãe reconhece ser a filha hoje, também, resultado de sua educação à época de vida, quando a ensinou a ser fútil e egoísta. Ah! Se nos aproveitássemos e aprendêssemos a lição...A despeito dos esforços, infrutíferos, ocorre o aborto e como conseqüência das energias do ódio resultante do processo, tal é a agressão do rejeitado sobre a organização física materna, que ocorre a hemorragia incontrolável e Cecília desencarna em crítica situação.Quantas Cecília ainda veremos pelos dias a fora?
Participa depois André de mais uma palestra-estudo, agora só para espíritos desencarnados que se dedicam/dedicarão a auxílios a desequilibrados por problemas sexuais. Não há como resumir e difícil é extrair algo de mais significativo da mesma, visto ser, toda ela, de conteúdo excepcional. Individualidades (pessoas), famílias, grupos de interesse, psicanalistas, sexológos, psicólogos, psiquiatras, amantes, todos os que falam do Amor normalmente confundindo-o com paixão, todos precisam deste texto!

"Causam os distúrbios do sexo, mais vítimas do que todas as guerras e epidemias. A sede do sexo não se acha no corpo grosseiro, mas na alma (espírito), em sua sublime organização. Hormônios e a genética podem sempre impor o sexo ao embrião. Todavia, não modificarão a mente feminina ou masculina em processo de reencarnação. Freud, Adler, Jung e tantos outros que os seguiram, a despeito de sua inquestionável contribuição no mundo encarnado em que viveram e vivem, ainda na infância do conhecimento, jamais encontraram, encontrariam e encontrarão respostas aos desequilíbrios e insatisfações do sexo porque lhes faltou e falta o conhecimento do reencarnacionismo!".
Carregamos sim, força sexual, da alma, energia para a evolução mas que, por desconhecê-la, não a sabemos dirigir para criações conscientes, antes, a deturpamos com desequilíbrios na pratica sexual, desvirtuando-a.
Precisamos, urgentemente, estudar esta matéria para não sermos tão dependentes do auxílio espiritual, mesmo porquê, a passagem do tempo que traz progresso material, não tem trazido conhecimento filosófico-espiritual, pior, agride-o com "liberações" de comportamento que são, na verdade, desvios para caminhos mais difíceis, demorados, repletos de dores e dificuldades!"".
Voltando aos auxílios, Calderaro e André agora buscam auxiliar companheiro em processo de Esquizofrenia, mostrando-nos, novamente, suas origens e desenvolvimento em comportamentos negativos do passado, sempre escorraçados para o fundo da mente pela atividade física e intelectual do dia a dia mas que, chegada a maturidade da vida, de menor atividade, sobressai e tende a desequilibrar totalmente o Ser. Sua companheira é o fator de merecimento para a ajuda. Para nós, a mesma questão: Serão todos os esquizofrênicos conseqüências dos mesmos motivos ou assemelhados? Estudemos!

No auxílio seguinte, jovem dedicada a familiares e a companheiro necessitado, por desprezada e abandonada (quão comum isto, meu Deus... e quanta responsabilidade se não ocorrer auxilio efetivo como este!) pensa em suicídio, como forma de fugir desta dura realidade. Pelo seu valor, pela sua fraternidade, é relembrada dos
valores maiores da vida, permanecendo com compreensão no seu labor fraterno.
Depois, outro auxílio, em área nossa velha conhecida, junto a companheiro Alcoólatra. Anteriormente ajudado, reincide no desequilíbrio de modo que a "ajuda" agora, será para prendê-lo a leito, afastando-o do risco e lhe oferecendo nova oportunidade de reequilíbrio. De excepcional, novamente, o triste relato do que ocorre em termos espirituais, com exploração e interdependência de viciados de ambas as esferas, humana e espiritual.
Em outra aula-palestra de Eusébio, agora sobre as religiões (de novo!), para espíritos encarnados de modo a motivá-los para que, na volta às suas lides no dia a dia na Terra, se tornem menos sectários e conflitantes (ver o texto Fé e Religião). Todos os que se dizem religiosos, de qualquer credo ou igreja, devem "ouvir" esta preleção-alerta. Jamais poderemos ser os mesmos após a mesma!

Em preparação para visita de auxilio às regiões inferiores das Trevas (áreas de sofrimento infernais), das quais muito iremos ver, futuramente, Calderaro e André visitam um Hospício, nos relatando as razões reais dos desequilíbrios dos que ali estão, por não terem contado, por merecimento ou recusado ou outra razão qualquer, a ajuda em tempo, caindo em desequilíbrio que os levaram àquele nosocômio. Novamente, realidades estarrecedoras, para nós, que tudo simplificamos, com causas na materialidade ou por pressões do dia a dia somente.

Pouco adiante, André é recusado como excursionista às Trevas, por Cipriana que a comandará, pelo seu despreparo ante o que lá será enfrentado, a despeito do suporte de Calderaro e seu aprendizado até o momento. Ainda assim, segue com o grupo até região, próxima pois Cipriana vislumbra tal necessidade.
Enquanto a equipe segue adiante, para as Trevas, André permanece com Calderaro em região extremamente carente onde encontra seu avô, desequilibrado e preso à avareza, a mais de 90 anos, devido a sua vivência severa para com os outros em busca da riqueza. Pelos laços afetivos que possuía para com André, a quem deixou valores monetários para o estudo de medicina, consegue André recolhê-lo para que, após dois anos de recuperação em casa de auxílio na própria região, possa ser reencarnado junto de jovem, que lhe fora irmã e a quem deserdara. Como este mundo dá voltas...

Ao terminar esta semana de trabalho-aprendizado, despede-se André de Calderaro e de Cipriana, grato a ambos e a muitos outros pelos ensinos e ajudas. O que o espera agora (e a nós com ele)? Libertação vem ai!
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Agenda Cristã (alguma coisa)
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"Seja útil em qualquer lugar, mas não guarde a pretensão de agradar a todos; não intente o que o próprio Cristo ainda não conseguiu. "
"Aprenda a ceder em favor de muitos, para que alguns intercedam em seu benefício nas situações desagradáveis."
"Proceda com inteligência em todas as situações. Não se esqueça, porém, de que muitos homens inteligentes são meros velhacos. "
"Dê suas lições sensatamente, na escola da vida, enquanto o livro das provas repousa em suas mãos. Aprender é uma bênção e há milhares de irmãos, não longe de você, aguardando uma bolsa de estudos na reencarnação.
"Use calma. A vida pode ser um bom estado de luta, mas o estado de guerra nunca será um vida boa."
"Busque agir para o bem, enquanto você dispõe de tempo. É perigoso guardar uma cabeça cheia de sonhos, com as mãos desocupadas."
"Guarde o equilíbrio. Paixões e desejos desenfreados são forças de arrasamento na Criação Divina.
"Procure um delinqüente e encontrará muitos malfeitores. É necessário, então, que você possua imenso cabedal de amor para renová-los, sem fazer-se criminoso também. "
"Utilize o corpo físico para recolher as bênçãos da vida Mais Alta, enquanto suas peças se ajustam harmoniosamente. O vaso que reteve essências sublimes ainda espalha perfume, depois de abandonado."
"Não é o companheiro dócil que exige a sua compreensão fraternal mais imediata. É aquele que ainda luta por domar a ferocidade da ira, dentro do próprio coração."
"Não basta que sua boca esteja perfumada. É imprescindível que permaneça incapaz de ferir.
"Não seja intolerante em situação alguma. O relógio bate, incessante, e você será surpreendido por inúmeros problemas difíceis em seu caminho e no caminho daqueles que você ama.
"Não viva pedindo orientação espiritual, indefinidamente. Se você já possui duas semanas de conhecimento cristão, sabe, à saciedade, o que fazer".
"Não lhe fira a calúnia. Viva de modo que ninguém possa acreditar no caluniador."
"Se você considerar excessivamente as críticas do inferior, suporte sem mágoa as injunções do plano a que se precipitou."
"Ampare fraternalmente o invejoso; o despeito é indisfarçável homenagem ao mérito e, pagando semelhante tributo, o homem comum atormenta-se e sofre."
"Evite a impaciência. Você já viveu séculos incontáveis e está diante de milênios sem fim."
"Nas lutas habituais, não exija a educação do companheiro. Demonstre a sua."
"Seus dias são marcas no caminho evolutivo. Não se esqueça de que compactas assembéias de companheiros encarnados e desencarnados conhecem-lhe a personalidade e seguem-lhe a tragetória pelos sinais que você está fazendo."
"Amar não é desejar. É compreender sempre, dar de si mesmo, renunciando aos próprios caprichos e sacrificar-se para que a luz divina do verdadeiro resplandeça."
"No desempenho dos deveres cristãos, não aguarde recursos externos para cumpri-los. O melhor patrimônio que você pode dar às boas obras é o seu próprio coração."
"Não converta seus ouvidos num paiol de boatos. A intriga é uma víbora que se aninhará em sua alma."
"O maledicente desejará que você observe, tanto quanto ele, o lado desagradável da vida alheia."
"Não se aflija pela aquisição de vantagens imediatas na experiência terrestre. Os museus permanecem abarrotados de mantos de reis e de outros "cadáveres de vantagens mortas".
"Sua capacidade de orientar disciplinará muita gente, melhorando personalidades; contudo, se você não se disciplinar, a Lei o defrontará com o mesmo rigor com que ela se utiliza de você para aprimorar os outros."
"Lembre-se de que você mesmo é o melhor secretário de sua tarefa, e o maior inimigo de suas realizações mais nobres."
"O homem imperfeitamente espiritualizado sempre busca igualar os semelhantes a si mesmo. Lembre-se, contudo, de que você é você, com tarefa original e responsabilidades diferentes e, se pretende a felicidade real, não deve esquecer a consulta aos padrões do bem, com o Cristo, em todas as horas de sua vida."
"É muito provável que, por enquanto, seja plenamente dispensável a sua cooperação no paraíso. É indiscutível, porém, a realidade de que, no momento, o seu lugar de servir e aprender, ajudar e amar, é na Terra mesmo."
"A proteção da Esfera Superior é inegável para todos nós que ainda nos movimentamos na sombra. Ai de nós, todavia, se não procurarmos as bênçãos da luz!...
EMMANEL: ( continuação do aprendizado)
Emmanuel o mentor e guia de Chico Xavier, participou de todas as obras psicografadas por Chico, todas as obras de André Luiz tem um prefacio de Emmanuel, e Ele também tem diversas obras, como Paulo e Estevão, Há dois mil anos, O Espirito da Verdade, e tantas outras, seu modo de escrever "fala ao nossos corações", vale a pena, é leitura para qualquer instante de nossas vidas.

é lei ... palavras de Aniceto

é lei ... Palavras do instrutor Aniceto para André Luiz no livro "Os Mensageiros"
"Todo aquele que opere e coopere de espirito voltado para Deus, poderá aguardar sempre o melhor. Não é promessa de amizade é Lei ."

Pensamento

Pensamento

Desafio AntiZona: participe do jogo de perguntas e respostas que vai dar
1 Renault Clio, computadores, câmeras digitais, videogames e muito mais!
"Os que sabem pouco convence-se facilmente de que a ciência pode substituir a religião. Mas os que sabem muito ( estou a pensar agora em Einstein e Max Plank) vêem que, quanto mais avançam, mais se aproximam de concepções que correspondem a religião."
Jean Guitton (filósofo francês)

caridade em silencio

Instruções para toda vida da caridade em silencio

Desafio AntiZona: participe do jogo de perguntas e respostas que vai dar
1 Renault Clio, computadores, câmeras digitais, videogames e muito mais!
Instruções para toda vida
Leve em consideração que grandes amores e conquistas envolvem grandes riscos.
Quando você perde, não perca a lição.
Siga os três R's: Respeito a si próprio, Respeito aos outros, e Responsabilidade por todas suas ações.
Lembre que se não conseguir o quer, as vezes é uma sorte.
Aprenda as regras de maneira a saber quebra-las de maneira apropriada.
Não deixe uma disputa por pequenas coisas causar perda de um grande amigo.
Amigo é aquele que fica quando todos já foram.
Lembre-se que longas disputas, ambas as partes estão erradas.
Quando perceber que cometeu um erro, tome providências imediatas para corrigi-lo.
Passe algum tempo sozinho todos os dias.
Abra os braços para mudança, sem abrir mão de seus valores.
Lembre-se que o silêncio é algumas vezes a melhor resposta, "O silêncio é também uma Prece"
Viva uma vida boa e honrada. Assim, quando ficar velho e pensar no passado, poderá obter prazer pela segunda vez.
Uma atmosfera de amor em sua casa é o fundamento para sua vida.
Em discordâncias com entes queridos, trate apenas da situação corrente. Não levante questões passadas.
Compartilhe seus conhecimentos, é a maneira de alcançar a imortalidade.
Lembre-se que o melhor relacionamento é aquele em que o amor mútuo excede o amor que cada um precisa do outro.
amor produz sempre um efeito positivo em quem o recebe e, de maneira mais intensa, em quem o pratica.
Julgue o seu sucesso por aquilo que você teve que abrir mão para consegui-lo.
Mantenha-se em forma. Quando você tiver mais de 60 anos, alguém pode lhe pedir para fazer algo realmente grande.
Entregue-se totalmente ao amor fraternal.
Pratique no mínimo uma vez por dia o ato

DUAS HISTÓRIAS, DOIS DESTINOS

DUAS HISTÓRIAS, DOIS DESTINOS
"Julgamos a nós mesmos pelo que nós somos capazes de fazer, enquanto os outros nos julgam pelo que já fizemos".
"Esteja sempre alerta para ajudar o próximo, independentemente de sua aparência ou condição financeira. Procure ver as pessoas além das aparências. Imagine que por trás de uma atitude, existe uma história, um motivo que leva a pessoa a agir de determinada forma".
DUAS HISTÓRIAS, DOIS DESTINOS
Certa vez um garoto entrou na sala de emergência de um hospital depois de ter sido atropelado. O motorista que o socorreu, ao ser interpelado para efetuar o depósito necessário ao atendimento, informou que não possuía, naquele momento, dinheiro ou cheque que pudesse oferecer em garantia, mas certamente, se o hospital aceitasse, poderia efetuar o depósito na primeira oportunidade. O atendente, na impossibilidade de liberar o atendimento, mas, com a vantagem de ter um dos diretores do hospital, que também era médico, de plantão naquele momento, resolveu consultá-lo. Todavia, por não ter dinheiro nem garantias para o tratamento, não liberou o atendimento, fato que levou a criança atropelada a falecer. O diretor, novamente chamado para assinar o atestado de óbito do garoto, ao chegar para o exame cadavérico, descobre que o garoto atropelado era seu filho, que poderia ter sido salvo se tivesse recebido atendimento.
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Antonio, um pai de família, um certo dia, quando voltava do trabalho, dirigindo num trânsito bastante pesado, deparou-se com um senhor que dirigia apressadamente. Vinha cortando todo o mundo e, quando se aproximou-se do carro de Antonio, deu-lhe uma tremenda fechada, já que precisava atravessar para a outra pista. Naquela hora, a vontade de Antonio foi de xingá-lo e impedir sua passagem, mas logo pensou: "Coitado...! Se ele está tão nervoso e apressado assim... Vai ver que está com um problema sério e precisando chegar logo ao seu destino". E pensando assim, foi diminuindo a marcha e deixou-o passar. Chegando em casa, Antonio recebeu a notícia de que seu filho de três anos havia sofrido um grave acidente e fora levado ao hospital pela sua esposa. Imediatamente seguiu para lá e, quando chegou, sua esposa veio ao seu encontro e o tranquilizou-o, dizendo: "Graças a Deus está tudo bem, pois o médico chegou a tempo para socorrer nosso filho. Ele já está fora de perigo". Antonio, aliviado, pediu que sua esposa o levasse até o médico para agradecer-lhe. Qual não foi a sua surpresa quando percebeu que o médico era aquele senhor apressado para o qual ele havia dado passagem!